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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Examinai

Atualmente muitos que se dizem cristãos ao ouvir uma mensagem dependendo de quem a esteja passando, nem se dão ao trabalho de abrir a bíblia e conferir se aquilo realmente está lá.

A Bíblia fala sobre um grupo de pessoas que até então não tinham sua fé firmada em Cristo mas ouvindo a pregação de Paulo e Silas eles analisaram nas escrituras se aquilo que estava sendo anunciado vinha realmente de Deus. 

Assim eles creram com certeza absoluta, certeza esta que muitos não terão por não terem o interesse de examinar as escrituras, desta forma não saberão se de fato foi Deus quem falou.
"Examinais as escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim." Jo. 5:39


quinta-feira, 26 de abril de 2012

Então vamos enfrentar a vida


Um cristão passando por dificuldades é considerado por muitos como pecador, com isso muitas pessoas de Deus ficam estagnadas nas suas condições adversas sem saber o que fazer, pois, logo pensam: se estou “em pecado”, então Deus não está comigo!!

Eu estava lendo o livro de 2 Reis e me deparei com uma cidade a beira do colapso social e financeiro onde a desgraça e desumanidade era real e o pior, todos na cidade já estavam se habituando com a situação aos invés de agir contra o que estava levando a cidade àquela condição, que no caso eram os inimigos que a cercavam.

O que achei mais fascinante foi a história de quatro pessoas que apesar da lepra ter tomado seus corpos tinham suas mentes intactas e naquele momento difícil, poderiam de se entregar a crise mas resolveram meditar acerca da condição em que se encontravam.

Neste momento nos são passadas lições:
  • Devemos meditar antes de tomar qualquer decisão. (2 Rs. 7:3)
  • Temos que ter a visão de que a vida só tende a melhorar (2 Rs. 7:4), “se eu ficar parado nada será resolvido, então vamos enfrentar a vida”.
  • Devemos tomar uma decisão. Não sei se é hábito, mas costumamos esperar que Deus decida tudo por nós, queremos que Ele faça as escolhas em nosso lugar... (2 Rs. 7:5)
  •  ...Quando na verdade, Deus manifesta uma ação simultânea no momento em que decidimos agir. (2 Rs. 7:6-7)
  • Quando reconhecemos o favor de Deus em nossas vidas sem nenhum mérito nosso, as suas bênçãos são derramadas sobre nós, então devemos compartilhar, dividir, ajudar os que se encontram em situação semelhante a que estivemos. (2 Rs. 7:8-11,16)

Detalhe que esses quatro anônimos segundo a história da época e o Pentateuco, por conta da lepra eram excluídos do convívio da sociedade considerados impuros, pecadores.
Sendo assim devemos; parar de lamentar da vida, meditar na nossa situação, ter uma boa visão do futuro, tomar uma decisão e agir, pois então "Levanta-te e resplandece porque já vem a tua luz e a gloria do Senhor vai nascendo sobre ti..." Is. 60:1

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Sem Rótulos


Estava assistindo pela milésima vez o filme Highlander que conta a história de um homem chamado Connor Macleod que pertence a um clã de guerreiros imortais que passam o tempo todo lutando contra outros clãs de guerreiros imortais, pois apenas um imortal deve sobreviver.

E num rápido momento fiz uma associação conosco cristãos e a necessidade de pertencer a um clã, seja o clã dos pentecostais, o dos reformados, o dos neo pentecostais, o dos G ou M12, e assim por diante. E se pode piorar, com a mesma fissura de querer arrancar a cabeça (autoridade) do outro clã. Como dizem a vida imita a arte...

E com isso deixamos de cumprir o que de fato deveríamos que é ser exemplo de unidade para um mundo individualista, dividido e perdido (Jo 17:21). Por falar em ser exemplo, lembro-me da recomendação feita por Paulo à igreja de Corinto que segundo a bíblia foi uma igreja cheia de dons espirituais, porém não sabia o que era viver a vida de Cristo, a ponto de haver o clã de Paulo, o clã de Apolo, o clã de Cefas e o de Cristo, nada diferente de hoje cada um buscando ter um rótulo.

Será que é difícil não fazer parte de nenhum clã humano, sem ter ninguém te perguntando o que você é, se reformado, pentecostal ou neo pentecostal?? Será que é impossível apenas fazermos parte da igreja de Cristo sem ter a necessidade de ter rótulos e sem cabeças para decepar, aliás, somos todos de uma só família, a de Deus. Ah, e o cabeça é Cristo.

“Pois todos vós sois filhos de Deus mediante a fé em Cristo Jesus; porque todos quantos fostes batizados em Cristo de Cristo vos revestistes.” Gl 3:26-29

sábado, 23 de agosto de 2008

Qual a prioridade da sua pregação?

Hoje em dia aqui no Brasil existe um crescimento de tele-evangelismo, isso seria muito bom para a anunciação da palavra e louvável. Isso se quase a maioria desses tele-evangelistas não gastassem o tempo para propagar a teologia da prosperidade.

Certa vez em uma palestra ouvi a seguinte definição sobre esta teologia: “A teologia foi criada pelos alemães, piorada pelos americanos (teologia da prosperidade), e praticada pelos brasileiros.” Concordo com esta definição, pois creio que o nosso foco não pode estar no que o Senhor pode nos dar, mas sim nele, que é o nosso salvador e que diga-se de passagem, já nos deu a “benção”, a salvação.

Com a divulgação da teologia da prosperidade que ensina a estarmos preocupados com o “ter” mais do que o “ser”, o cristão cada vez mais se afasta do verdadeiro propósito, que é preparar o caminho para a segunda vinda do Senhor. Tomo como exemplo bíblico e aproveito para meditar um pouco na vida e ministério de João batista, “João significa Graça ou favor de Deus, batista refere-se a sua vocação especial de batizar” (Mt 11:13/Lc 16:16).

A vinda de João batista pôs fim a dispensação da lei, e o inicio da dispensação da graça com o evangelho da paz. (At 10:36-37/Mc 1:1-5), a pregação dele fazia referência ao reino de Deus, certamente levando os seus ouvintes a entender que a ordem de Deus seria estabelecida no mundo, porém antes de qualquer manifestação visível da soberania de Deus, a expressão indica a maneira de vida dos que se deixam dirigir por Deus em tudo. Para isso há a necessidade do arrependimento que é ter uma mudança de parecer que resulta em pesar; é mudar de propósito (Mt 13:33/Rm 12:1-2).

O ponto de partida da vontade de Deus manifesta em nós segundo a pregação de João batista, é o arrependimento que envolve dar uma guinada com vistas ao Reino dos Céus e para isso devemos nos arrepender, mudar de comportamento, redirecionar os objetivos das nossas vidas (Mc 1: 15/Cl 3: 1-4).

Isto claramente indica que, antes da vinda de João batista, o Reino dos Céus não estava presente. Mesmo após João ter começado a sua pregação, o Reino dos Céus ainda não estava presente, estava somente próximo. O próprio Senhor Jesus em suas pregações e ensinos centralizava o Reino de Deus, que curiosamente das 137 referências ao “Reino” feito no novo testamento 100 ocorrem durante o ministério de Jesus, mostrando a importância que o Senhor dava a sua anunciação e ele alertou aos discípulos para fazerem o mesmo. (Mt 4: 17; 10:7).

João foi enviado para preparar o caminho do Senhor, este caminho é semelhante a uma rua, e as veredas semelhantes a travessas, é um retrato do coração do homem com todas as suas partes. Preparar o caminho do Senhor é arrepender-se e levar outros ao arrependimento de todo o coração e deixar o Senhor entrar nele.

“Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, comigo.” Ap 3:20.

Endireitar as veredas do Senhor é permitir que Ele ocupe cada parte do nosso coração, incluindo a mente, as emoções e as vontades. Portanto, preparar o caminho do Senhor e endireitar as veredas é mudar de comportamento, voltar o pensamento para Ele e endireitar o coração, para Ele, por meio do arrependimento, cada parte e caminho do coração seja por Ele endireitado com vistas ao Reino dos Céus (Is 40:1 - 11).

Fica agora a comparação com o “evangelho” que anda sendo divulgado por muitos tele- evangelistas e líderes de muitos ministérios. Espero que você que está lendo este artigo esteja ou comece a dar prioridade a pregação do reino que envolve arrependimento e graça de Deus.

quinta-feira, 26 de junho de 2008

A maldição da figueira Mc 11:12-14.

No evangelho é normal encontrarmos Jesus instruindo, perdoando, amando e ensinando a amar ao próximo, mas quando nos deparamos com o Senhor amaldiçoando, soa estranho aos ouvidos ou melhor dizendo é difícil de entender.

Para compreender este texto devemos literalmente “viajar” nas escrituras porém sempre com cautela para não fazer como alguns que acabam viajando na maionese, como se diz aqui no Rio de Janeiro. Quando falo viajar, digo analisar o contexto histórico e geográfico, se transportar para as condições em que o Senhor se encontra no referido texto.

Bom, supõe-se que este fato tenha ocorrido numa segunda feira, uma semana antes da crucificação de Jesus, neste período a perseguição a Ele havia aumentado a ponto de muitos temerem hospedá-lo. Imagine quem abriria a casa para receber uma pessoa perseguida pelo sistema religioso e político ou pior ainda comer na mesma mesa que ele...

Então nestas condições encontramos Jesus com seus discípulos saindo de Betânia a caminho de Jerusalém, que com fome avistou de longe uma figueira e foi até ela para se alimentar mas decepcionou-se por não ter encontrado nenhum fruto, uma vez que Betânia (casa da tâmara) e sua vizinha Betfagé (casa dos figos) eram conhecidas também por cultivarem bons figos e tâmaras.

E o que é mais curioso neste texto diz: “Aproximando-se dela, nada achou, senão folhas; porque não era tempo de figos”.

A primeira vista parece que Jesus estava desatualizado, como ele procuraria fruto em uma árvore fora do tempo? Curiosamente as figueiras primeiro produzem o fruto para logo após aparecerem as folhas, então em uma árvore repleta de lindas folhas seria normal encontrar também frutos suculentos.

Este texto nos ensina que o Senhor não está interessado em estereótipos, mas sim de que haja no nosso interior um espírito quebrantado, um coração compungido e contrito que com certeza ele não despreza. As folhas da religião chamam a atenção mas, elas nunca serão o fruto real do cristianismo.

“Pois o reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo”.
Rm 14:17

segunda-feira, 21 de abril de 2008

O diabo, o homem ou DEUS???


Sempre que algo impede o progresso em alguma área de nossas vidas associamos este impecilho como sendo obra do diabo. Imediatamente começamos a decretar, determinar, declarar, profetizar e etc, a queda da barreira e em seguida a vitória de Deus na situação.
Bom, eu creio que o diabo é o principal adversário de Deus e dos cristãos, ele sempre procura uma maneira para tentar frustrar os planos de Deus, mas não alcança o sucesso nas suas investidas.

Porém nem todo impecilho é obra do diabo. Em alguns momentos em sua vida o próprio homem buscando o meio mais facil de resolver os seus problemas acaba se envolvendo em situações desagradáveis e na maioria das vezes estas situações acontecem por ter feito algo que contraria a palavra de Deus. Neste caso a mudança de atitude será melhor do que os “atos proféticos, declarações de vitórias ou as amarrações exacerbadas”.

E como o homem é expert em andar pelo caminho que cedo ou tarde irá levá-lo à ruina, Deus pela sua infinita misericórdia intervém a fim de preservá-lo segundo o seu propósito.
Com isto quando algo parece se colocar contra as nossas vidas, devemos parar e discernir qual a causa: se é o diabo, se somos nós ou se é Deus nos preservando.
(I Ts 2:18; Dn 10; Sl 2; I Sm 15:22; Jn 1-1-17; Gn 8:21; Ef 1:11)

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Que vergonha...


No ultimo dia 11 de março acessei o site de um jornal e logo me deparei com a seguinte noticia “Bandidos proibem manifestações de umbanda candomblé e expulsam donos de terreiros do morro”. Até então seria algo infelizmente do cotitiano da cidade do Rio de janeiro, onde os traficantes fazem o que querem e o governo continua omisso.

Porém ao ler a reportagem fiquei ciente de que os traficantes referidos na matéria não eram simples traficante mas sim, “traficantes de Jesus” !!! Seria cômico se não fosse trágico...
E o pior é que tudo isso ocorre com a conivência dos “pastores” que os “lideram” e em troca os recem “convertidos” recebem a missão de eliminar a concorrência.

Agora pensa comigo: no momento os tais “pastores” tem como concorrencia os donos de terreiros, imagine quando esta eliminação de concorrência for transferida à outras denominações, começaremos a ter novas facções ou denominações tipo: “comando vermelho pentecostal, terceiro comando batista, amigos dos amigos do fogo etc...”

Será o inicio de uma jirad evangélica?

Confira matéria do jornal em:

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Assim diz o Senhor!?


Certa vez me fiz a seguinte pergunta: Como pode uma pessoa que diz acreditar em Deus não crer em profecias ou nos profetas de Deus? Bom, a resposta a esta pergunta veio com o tempo, ao observar o comportamento daqueles que hoje se dizem “profetas” comparando-os com os profetas referidos na bíblia (Mt 12:33-37; Hb 1:1; II Pe1:21).

Cheguei a uma triste constatação: não é que as pessoas não crêem em profecias, o problema está em dar crédito ao indivíduo que se diz usado por Deus na atualidade. Se estes não conseguem nem ser exemplo no que crêem, como podem levar uma pessoa a crer que aquelas palavras que ele está proferindo vem da parte Deus?

I Rs 17:24; I Sm 3:19-21; II Rs 4:8-9 – Todos estes textos citados mostram que os profetas não precisavam dizer que eram homens de Deus, bastavam proceder como tal que eram reconhecidos, e como conseqüência não havia dúvidas de que Deus havia falado ou não através deles, o próprio Senhor confirmava a palavra profética (II Pe.1:19- 21).

Eu não quero aqui fazer apologia a SC (super crentes) , sei que somos todos falhos e se não for a graça, o amor e a misericórdia de Deus nada somos, e sem Ele nada podemos fazer. Mas isso não quer dizer que devemos ser relapsos em relação as nossas atitudes. Encontramos “profetas” mentindo, fofocando, aplicando o popular 171 e muitas das vezes falando uma coisa e no final fazendo outra. (Ef 5:3-16; Mt 5:37; Dt 18:20-22; Ez 13:1-10).

Que o Senhor continue a levantar homens que antes de falar tenham atitudes de homens de Deus sendo exemplo para esta geração.



quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Barba de molho.


Cansado de ver seus sermões caírem no vazio, um pastor resolveu dar uma lição aos seus ouvintes.

Num dos cultos semanais mais concorridos, ele subiu ao púlpito com seu aparelho de barbear, bacia, água, espuma, caneca, espelho e toalha. Nem sequer cumprimentou a igreja e, tranqüilamente, colocou água na bacia, testou a temperatura, ajeitou o espelho, pegou uma caneca, fez espuma, passou na cara, e começou a se barbear. Gastou vários minutos nisso, que pareceram uma eternidade para os presentes.

Ao final, quando todos esperavam que o pastor fosse fazer um desfecho maravilhoso, fosse lhes apontar o “moral da história”, ele simplesmente enxugou o rosto com a toalha, encerrou o culto e despediu o povo de volta para as suas casas.

Aquela semana foi atípica. O povo comentou o fato todos os dias, tentando adivinhar o significado de tudo aquilo: “Que mensagem ele quer nos passar?”; “Qual o simbolismo espiritual da água, do sabão, do barbear-se?”.

Dias depois, quando ele subiu novamente àquele púlpito, a igreja estava cheia. O pastor olhou para a congregação e disse-lhes: Sei que vocês querem saber o significado do que fiz aqui neste púlpito na semana passada. Bem, eu vou lhes dizer: não há significado algum! Nenhum simbolismo. Nenhum desfecho maravilhoso. Nenhuma mensagem. Nenhuma moral da história. No entanto, se podemos tirar alguma lição disto tudo, é a seguinte: Há anos eu venho apresentando para vocês a mensagem bíblica, mas não tenho visto nenhuma mudança em suas vidas. Minhas mensagens têm caído no esquecimento, tão logo vocês saem do templo. Eu gostaria que vocês comentassem meus sermões durante a semana, do mesmo modo que se dispuseram a comentar o meu barbear nestes últimos dias, ou será que a minha barba é mais importante para vocês que a Palavra de Deus?

E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; e as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te. Também as atarás por sinal na tua mão, e te serão por frontais entre os teus olhos. E as escreverás nos umbrais de tua casa e nas tuas portas.” Dt.6:6-9.

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Ainda que... tende bom ânimo

Existem muitos cristãos que pensam ser imunes a certas situações que acontecem na vida de qualquer mortal, isto por terem sidos ensinados que aqueles que servem a Deus estão por cima da carne seca, são os reis da cocada preta, da cocada branca e da de maracujá. Então nada acontece a eles nem sendo vontade de Deus, pois e só determinar e pronto: são os “intocáveis”.

Agora, na bíblia encontramos homens que serviram a Deus e passaram por situações adversas como ser perseguido, preso, açoitado e apedrejado. Creio que muitos cristãos da atualidade nem imaginam passar por estas situações, e se algum dia isso passar na mente deles, sem perda de tempo amarram em nome de Jesus, crendo que este pensamento é obra do diabo.

Porém como Deus é justo e faz o sol brilhar e a chuva cair sobre todos, o dia mal chega também na vida de todos, e infelizmente estes que se acham “intocáveis” são pegos de surpresa por não terem sido ensinados, por isso estão despreparados para suportar este dia. Por este motivo encontramos muitos entristecidos, se sentido enganados, culpando a Deus por estarem no estado que estão.

Quando na verdade Deus nunca deixou os seus enganados, o próprio Senhor Jesus disse: “No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.” Jo 16:33. Ter “bom ânimo”, esta é a questão, o cristão tem que ter a consciência de que Deus é poderoso para livra-lo de qualquer situação ou dar graça e passar com ele em qualquer situação, lembra do salmo 23:4 ? “Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum, porque tu estás comigo; o teu bordão e o teu cajado me consolam.”

Creio que qualquer situação difícil que um cristão possa enfrentar, ele enfrenta com a graça de Deus, sabendo que a presença de Deus está com ele e no momento certo o dia mal irá passar, por isso ele passa louvando o Senhor.



Ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto nas vides; ainda que falhe o produto da oliveira, e os campos não produzam mantimento; ainda que o rebanho seja exterminado da malhada e nos currais não haja gado. Todavia eu me alegrarei no Senhor, exultarei no Deus da minha salvação”. Hc 3:17-18

sábado, 5 de janeiro de 2008

Descanso para a nossa alma.

Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e acharei descanso para a vossa alma. Porque o meu julgo é suave, e o meu fardo é leve.” Mt 11:28-30

Já li este texto várias vezes como muitos cristãos, mas quando o lemos o direcionamos erradamente para àqueles que ainda não estão em Cristo.

Lembro do comentário feito por Orlando Boyer sobre este texto, ele diz: “Há algo para tomar: seu jugo. Há algo para deixar: seu próprio fardo. Há algo para achar: descanso”

Cheguei a seguinte conclusão: este texto não é verdade na vida de muitos cristãos uma vez que em determinados momentos na vida não conseguem ter descanso para a alma.

E por que não encontram descanso para a alma?

Por não terem antes tomado o julgo suave e o fardo leve do Senhor, que é confiar totalmente na vontade do Pai. Quando entregamos o nosso caminho ao Senhor e confiamos nele verdadeiramente, aí sim, compreendemos que a vontade d’Ele é boa, perfeita e agradável. ( Sl 37:5; Rm 12:2 )

E só iremos conseguir pegar o julgo suave e o fardo leve do Senhor se primeiro lançarmos sobre Ele toda a nossa ansiedade crendo que seremos cuidados por Ele, e a cada dia aprenderemos a sermos obediente ao Pai como Ele foi. ( I Pe 5:7; Fp 2:5-8 )

Com isso, poderemos enfrentar toda e qualquer situação com descanso na alma sabendo que todas as coisa cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito. ( Rm 8:28; Fp 4:6-13 )

sábado, 22 de dezembro de 2007

Ou isto ou aquilo.

Ou se tem chuva e não se tem sol
ou se tem sol e não se tem chuva!


Ou se calça a luva e não se põe o anel,ou se põe o anel e não se calça a luva!

Quem sobe nos ares não fica no chão,quem fica no chão não sobe nos ares.

É uma grande pena que não se possa
estar ao mesmo tempo em dois lugares!

Ou guardo o dinheiro e não compro o doce,
ou compro o doce e gasto o dinheiro.

Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo . . .
e vivo escolhendo o dia inteiro!

Não sei se brinco, não sei se estudo,
se saio correndo ou fico tranqüilo.

Mas não consegui entender ainda
qual é melhor: se é isto ou aquilo.

Este poema de Cecília Meireles ilustra muito bem, questões inconciliáveis como, por exemplo: a Lei e a Graça. Há muitos cristãos que tentam conciliar “a lei” com “a graça” desenvolvendo uma vida cristã confusa e doentia...

Ou vive-se na obrigação de cumprir os dez mandamentos em busca de se tornar uma pessoa melhor e mais aceitável a Deus, mas com um terror na alma por saber que se falhar em um dos mandamentos falhou em todos.

Ou anda-se simplesmente na graça com paz no espírito e alegria na alma por saber que mesmo não merecendo fomos amados de tal maneira que hoje somos aceitos e transformados por Deus e que toda nossa obediência é por amor.

Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou, e não torneis a colocar-vos debaixo do jugo da servidão... E de novo protesto a todo o homem, que se deixa circuncidar, que está obrigado a guardar toda a lei... Porque em Jesus Cristo nem a circuncisão nem a incircuncisão tem valor algum; mas sim a fé que opera pelo amor.” (Gl 5:1-12)