
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
domingo, 21 de setembro de 2008
Leve a sua cruz
terça-feira, 15 de julho de 2008
Raul Seixas e a Bíblia (Pr.Luiz Sayão)
Raul Seixas e a Bíblia
É fato conhecido que um dos pioneiros do rock nacional, que fez muito sucesso há cerca de três décadas, foi o controvertido Raul Seixas. Numa mistura de protesto e busca por respostas para a vida, o conhecido “Raulzito” causou a mais diversificada reação em todo o país.
Pouca gente sabe que o falecido roqueiro conheceu o Evangelho de Cristo. Chegou até mesmo a ter um filho com sua primeira companheira, que era filha de um missionário norte-americano. Todavia, a perspectiva panteísta e agnóstica de Raul Seixas mostrou que o famoso cantor não abriu o coração para a mensagem do Evangelho. Sua morte não deixa dúvidas sobre isso!
Por incrível que pareça, se Raul Seixas não se deixou influenciar pelas boas novas de Jesus, parece-me que suas idéias estão cada vez mais presentes na realidade evangélica contemporânea. Será possível que estamos caminhando para uma “teologia do Raul Seixas”? Será que teremos um evangelho “maluco beleza”? O amigo leitor pode dar sua própria opinião.
Enquanto as Escrituras deixam claro que existe apenas um Deus verdadeiro, que está acima de sua criação (Is 44.6; Rm 1.18-21), a perspectiva panteísta aparece expressa na música “Gita”, de Raul. Ele afirmava: “Eu sou a luz das estrelas / A mãe, o pai e o avô / O filho que ainda não veio / O início, o fim e o meio.” Este enfoque tenta tirar de Deus a glória que só Ele tem e merece. De modo geral, o panteísmo que deifica a natureza acaba definindo como categoria suprema o fluxo do movimento. Heráclito sorriria no túmulo. Tais idéias, muito presentes nos filmes norte-americanos mais populares, parecem emergir do conceito de que Deus é uma energia, “um fluir” (unção?). Em certos redutos evangélicos já se pode perceber que Deus se tornou “um poder manipulável” por “comandos determinadores”. Além disso, o enfoque da teologia do processo, que já nos influencia com todos os seus desdobramentos específicos, também diminui Deus e o coloca sob o domínio do “fluxo do tempo”, sugerindo que Ele é apenas nosso sócio na construção da história.
METAMORFOSE AMBULANTE
A idéia da supremacia do fluxo do tempo desemboca na rejeição de outras categorias fixas. A única categoria é o próprio tempo, o novo senhor absoluto. Com esse pressuposto, já não podemos ter teologia e ética definidas e claras. Embora a Bíblia seja um livro de orientações muito cristalinas sobre Deus, a salvação e o propósito da vida (2 Tm 3.16,17; 2 Pe 1.19-21), para muitos evangélicos, a teologia “maluco beleza” é preferível. Como diria Raul: “Eu prefiro ser esta metamorfose ambulante / Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo.” Se uma opinião for antiga, deve ser rejeitada! Há uma crise doutrinária e teológica em boa parte do meio evangélico. Muitas pessoas adotam hoje idéias liberais, místicas e extremistas sem a devida avaliação. Nesse caso, não importa sua fundamentação teológica, histórica e lógica. Viva a metamorfose!
Tal sensação de indefinição, presente no pensamento do roqueiro tupiniquim, ajudou a formar seu perfil estranho, controvertido e até mesmo bizarro. Não é que um grupo significativo de evangélicos também já tem se aproximado do esdrúxulo?! Há um certo desprezo pela reflexão, pela teologia, e o crescimento de práticas risíveis e simplesmente inacreditáveis. Será que podemos ouvir o eco da música de Raul ao contemplar grande parte do chamado meio evangélico atual? Será que estamos diante do “Contemplando a minha maluquez / Misturada com minha lucidez”? Até onde vai a nossa “maluquez”? Será que voltaremos à lucidez? Será que muitas reuniões religiosas de hoje estão nos deixando, “com certeza, maluco beleza”? Espero que essa sensação seja um exagero! Todavia, temo que não seja!
Não faz tanto tempo assim, os cristãos evangélicos entendiam que um culto de adoração a Deus tinha, de fato, Deus como o centro do culto. Muitos cânticos tinham letra elaborada, teologia saudável e enfatizavam os atributos e os atos de Deus. No entanto, em algumas reuniões dominicais de hoje, temo que o foco esteja sendo mudado. Novas canções falam de um amor quase romântico e indefinido, divertem a massa, exaltam unção, montanhas, Jerusalém, guerra etc. O conceito de dedicar o domingo para uma diversão sem propósito e finalidade bíblica é manifesta na teologia do Raul Seixas. Como ele mesmo dizia: “Eu devia estar contente pelo Senhor ter me concedido o domingo para ir ao jardim zoológico dar pipocas aos macacos”. Será que já podemos observar “uma fauna evangélica com suas macaquices litúrgicas”? Tomara que não! Espero que tudo que escrevo não passe de uma análise exagerada! Todavia, temo que não.
Como todo enfoque teológico, o pensamento do “teólogo-músico pós-ortodoxo” nacional, também possui as suas decorrências de ordem prática. Não há como fugir da realidade. A forma de pensar e ver o mundo influencia e determina a vida prática de qualquer pessoa. A verdade é que se adotarmos uma base panteísta, um pensamento relativista, uma ética indefinida e práticas místicas emocionalistas sem conteúdo, não chegaremos a lugar nenhum. E não é que o “grande teólogo-roqueiro” já sabia disso! Quem pode lembrar de sua “perspectiva teleológica” que determinou seu trágico fim? “Este caminho que eu mesmo escolhi / É tão fácil seguir/ Por não ter onde ir.”
Se a igreja evangélica brasileira desvalorizar a doutrina bíblica, desprezar a teologia, deixar de lado a ética e afundar-se no misticismo e nas novidades ideológicas frágeis, logo ela descobrirá que esse é um caminho “tão fácil de seguir”. O grande problema é que no final das contas “não teremos para onde ir”.
Mais do que nunca, precisamos desesperadamente voltar nossa atenção para as Escrituras Sagradas, com o verdadeiro desejo de obedecer a Deus e à sua verdade. Que Deus nos abençoe.
Luiz Sayão.
Retirado do site:
segunda-feira, 21 de abril de 2008
O diabo, o homem ou DEUS???

Bom, eu creio que o diabo é o principal adversário de Deus e dos cristãos, ele sempre procura uma maneira para tentar frustrar os planos de Deus, mas não alcança o sucesso nas suas investidas.
Porém nem todo impecilho é obra do diabo. Em alguns momentos em sua vida o próprio homem buscando o meio mais facil de resolver os seus problemas acaba se envolvendo em situações desagradáveis e na maioria das vezes estas situações acontecem por ter feito algo que contraria a palavra de Deus. Neste caso a mudança de atitude será melhor do que os “atos proféticos, declarações de vitórias ou as amarrações exacerbadas”.
E como o homem é expert em andar pelo caminho que cedo ou tarde irá levá-lo à ruina, Deus pela sua infinita misericórdia intervém a fim de preservá-lo segundo o seu propósito.
Com isto quando algo parece se colocar contra as nossas vidas, devemos parar e discernir qual a causa: se é o diabo, se somos nós ou se é Deus nos preservando.
(I Ts 2:18; Dn 10; Sl 2; I Sm 15:22; Jn 1-1-17; Gn 8:21; Ef 1:11)
sábado, 19 de janeiro de 2008
Pra quê Guru???
Um caminho foi aberto para desfrutar da intimidade com Deus, que requer apenas fé e intrepidez daquele que quer se aproximar, através do sacrifício de Jesus Cristo e isto independente de qualquer situação financeira, social e étnica. Sem a necessidade de ritos como ofertas de pombos, bodes, ovelhas, novilhos etc..., que exigia a presença dos sacerdotes que apresentavam essas ofertas a Deus.Porém nos dias atuais encontramos pessoas que têm insistido em procurar a velha forma para se aproximar de Deus, achando que há a necessidade de um intermediário como se Jesus Cristo não fosse suficiente como tal.
Pessoas com as quais Deus tem falado diretamente seja na palavra, sonhos, visões conforme a escritura, porém, elas insistem em buscar gurus espirituais que as orientem e discirnam esses sonhos e visões, como se o Senhor não fosse poderoso para fazer com elas como fez com José ou Daniel.
Lembro-me, do povo de Israel no pé do monte presenciando os trovões e relâmpagos, com a possibilidade de se colocarem diante da presença do Senhor, porém o pavor tomou conta deles que preferiram que Moisés fosse o intermediário entre eles e Deus, com isso perderam a oportunidade de desfrutar da presença de Deus com mais intensidade em suas vidas, assim como muitos nos dias atuais.(Hb 4:14-16;I Jo 2:27; Ex 20:18-21).
quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
Espera em Deus.
Há momentos em nossa trajetória com Deus que o amor tem que ser maior do que a vontade! Pois somos presos ao tempo e circunstância, que nos leva ao desânimo e a pensar que a vontade de Deus vai demorar a se cumprir em nossas vidas.E muitas das vezes acabamos nos rendendo ao que o “mundo” tem para nos oferecer, fazendo com que por alguns instantes venhamos a esquecer a tempestade que passa nas nossas cabeças. Porém no dia seguinte sabemos que a tempestade continua lá no nosso interior aguardando um momento para surgir ou uma oportunidade para aumentar as suas forças passando de tempestade para uma catástrofe, “um abismo chamando outro abismo”.
O salmista passou por uma situação semelhante, e fez uma pergunta a si: "Por que estás abatida, ó minha alma? Por que te perturbas dentro de mim?" ( Sl 42:5)
Isto aconteceu porque no seu interior havia um conflito de fé, medo, devoção, dúvida, alegria e tristeza, por achar que as promessas de Deus estavam demorando, e ainda havia a afronta daqueles que o queriam desanimados a ponto de perguntarem: “- Onde está o seu Deus?”. Mais ainda sim ele anelava pela presença de Deus e sabia no fundo da sua alma que alcançaria misericórdia. De repente ele trás à mente as lembranças dos feitos do Senhor em sua vida, e reanima a alma dizendo: "Espera em Deus, pois ainda o louvarei, a ele, meu auxílio e Deus meu." Sl 42:11
Em momentos de dificuldades devemos trazer a memória o que nos pode dar esperança em nossas vidas, sabendo que diferente de nós, o nosso Deus não está preso ao tempo e nem a circunstância, que Ele não se cansa e que inclina e ouve a oração de todos que esperam com confiança n’Ele e pleiteia a causa do justo.
sábado, 15 de dezembro de 2007
Desviados do Caminho
Atualmente tenho me assustado, com a grande quantidade de pessoas insatisfeitas com a “igreja”. A maioria dessas pessoas teme a Deus, crêem na morte e ressurreição do Senhor, lêem a bíblia com prazer, falam com o Pai numa intimidade maravilhosa, mas não conseguem participar de uma reunião nas “igrejas”, por não concordar com o que ouvem dos púlpitos.Mas também existe uma pequena quantidade de pessoas que de inicio parece com os primeiros irmãos que falei, porém não tem nenhuma “paciência” para ler a bíblia, falar com o Pai virou um martírio e a cada dia retornam para a vida que tinham, conseqüência de não ter tido um encontro com Cristo, mas sim com a “igreja” com quem se desiludiram.
Com isso ouvimos a expressão “desviados” sendo usada pejorativamente para identificar estes dois grupos de pessoas que não estão indo a nenhuma “igreja”, porém questiono se de fato esta expressão está sendo bem empregada atualmente. Ou será que ficaria melhor dizer que quem se desviou do caminho do Senhor foi a “igreja” por causa de alguns sacerdotes, diga-se de passagem, novamente!
Se analisarmos muitas expressões que eram usadas pela igreja católica apostólica romana, para de alguma forma inferiorizar, ofender e perseguir os que não concordavam com seus ensinos receberam sinônimos e estão sendo usadas por muitas igrejas protestantes. Um pequeno exemplo do que estou falando: (excomungados = desviados / não existe salvação fora da igreja = ele perdeu a salvação por ter saído da visão / herege= mundano, etc...)
Assim como os dogmas e regras fizeram a “igreja” no passado perder o foco, fazendo com que muitos cristãos não mais conseguissem suportar ficar dentro delas, o mesmo tem acontecido atualmente. A “igreja” tem colocado os seus dogmas entre os pecadores que buscam misericórdia e refrigério para as suas almas e Deus que deseja exercitar misericórdia e dar paz a todos que estão sobrecarregados.
“Ai de vós também, intérpretes da Lei! Porque sobrecarregais os homens com fardos superiores às suas forças, mas vós mesmos nem com um dedo os tocais.” Lc 11:46
“Como hordas de salteadores que espreitam alguém, assim é a companhia dos sacerdotes, pois matam no caminho para Siquém; praticam abominações.” Os 6:9
“E em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos dos homens. Negligenciando o mandamento de Deus, guardais a tradição dos homens.” Mc 7:7-9
“Pois misericórdia quero, e não sacrifício, e o conhecimento de Deus, mais do que holocaustos” Os 6:6
Estou tendo o cuidado de colocar o termo igreja entre aspas por crer que a igreja de Cristo não prioriza a necessidade de ter grandes construções e status para ser igreja de fato, pois estas que assim procedem é a igreja visível falida e desviada do caminho do Senhor.
Mas a igreja única e santa continua perseverando no caminho do Senhor, se reúne de maneira proveitosa independente de qualquer situação, a fim de realizar o propósito divino que é o encontro fraternal para Cultuar a Deus, edificando uns aos outros com a graça do Senhor, crendo que o evangelho é suficiente para o aperfeiçoamento do homem.
“...Tens pouca força, entretanto, guardaste a minha palavra e não negaste o meu nome.” Ap 3:8b
domingo, 25 de novembro de 2007
O caminho

Porém não podemos parar, pois se olharmos para trás veremos o quanto caminhamos, e voltar tudo que já caminhamos seria burrice . Às vezes pensamos será que vale a pena caminhar? Pois o caminho é maravilhoso, mas difícil...
No caminho que caminhamos houve outros que caminharam também que garantem, que durante a caminhada acabamos nos sujando ou alguém pode até nos sujar, mas seremos limpos durante o caminho pela chuva que cai sobre nós, podemos ficar cansados, mas, quando nos centralizamos à frente esquecendo do que ficou para trás temos nossas forças renovadas. [Fp 3:12-16; Sl119:105; Is 40:31; Jo 15:4]
Podem até dizer que somos fracos e que não iremos chegar no final, mas há uma voz no nosso interior que diz “Eu te fortaleço não temas, estou convosco até o final.” [II Co 12:9-10; Mt 28:20]
Esta voz que fala no interior dos caminhantes e aquece o coração, esta é a voz do primeiro caminhante, que caminhou sem saber o que é derrota, sem querer desistir, pois sabia que depois dele viriam outros a caminhar como ele caminhou.
“Estas coisas vos tenho dito para que tenhais paz em mim. No mundo passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.” [Jo 16:33]
O primeiro caminhante é Jesus, hoje Ele é o caminho dos novos caminhantes.Por isso não tenha medo de caminhar, pois neste caminho há vida eterna.




