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terça-feira, 19 de março de 2013

O poder do não querer e a fraqueza do não poder



É angustiante ouvir uma pessoa que tem a fé em Cristo dizer que não participa de certas atividades por ser proibidas pela bíblia ou pela igreja.  Ao dizer isso, a pessoa passa uma sensação de escravidão, uma incapacidade de escolher o certo e pior, um medo de viver com a escolha se for a errada.

Se Cristo nos libertou, essa sensação de escravidão não deveria existir. Se Cristo foi a nossa escolha, então ele nos deu a capacidade através do discernimento de escolher e se por ventura não parecer a certa Ele nos dá a certeza de um recomeço através da sua graça e misericórdia que se renova a cada manhã.

Sendo assim, em Cristo podemos fazer todas as coisas, porém haverá aquelas que simplesmente iremos falar:
EU NÃO FAÇO, POIS EU NÃO QUERO FAZER!

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Ser livre é algo muito sério


“Quem pensa por si mesmo é livre, e ser livre é uma coisa muito séria.”

Este é um trecho da música de Renato russo que me fez pensar sobre a liberdade, liberdade que por si só é muito perigosa nas mãos daqueles que não sabem usá-la. A liberdade sem controle é como uma barragem que estoura e leva o caos por onde passa.

E na liberdade cristã isto fica muito claro. O cristão está livre da maldição da lei, e da punição que esta trás, o medo, a culpa e a ansiedade dão lugar a paz, perdão e liberdade. Quem poderia ser mais livre do que aqueles que estão em Cristo Jesus?
Mas neste momento deixamos a desejar, usando a maravilhosa liberdade para agirmos de maneira egoísta, cada vez menos tolerantes e impacientes, principalmente no meio da sociedade onde há pluralidade.

O uso certo da liberdade é “A fé que atua pelo amor” para servir uns aos outros, desta maneira as obras da carne serão anuladas pela graça e amor de Deus que flui através de nossas vidas, portanto, devemos usar a liberdade que foi conquistada por Cristo na cruz do calvário e nos foi doada para edificar, não para destruir. Gl 5:13-26

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Aprendendo com as águias

Existem momentos em nossas vidas em que, há a necessidade de mudanças, metamorfose, reciclagem, um renovo. Parece que se isso não acontecer iremos jogar tudo para o alto e sair correndo até cansar e aí desfalecer e dormir. Ou mudamos ou morremos!!!

Neste momento o esperar e confiar nossa vida plenamente nas mãos do Senhor é muito importante, pois significa depender d´Ele como nossa única fonte de ajuda e graça em tempo de necessidade.

E quando esperando Nele obtemos:
· A força divina para nos vivificar no meio do sofrimento e provações II Co. 4:16-18.
· Ele nos eleva acima das dificuldades, assim como a águia que paira nas alturas no céu acima das tempestades Hc. 3:19.
· A capacidade de correr espiritualmente sem se cansar e de caminhar firmemente para frente sem desfalecer, quando parece que Deus demora a agir Sl. 144:1, 2, 15. Deus promete que se o seu povo confiar nele com paciência, Ele proverá todo o necessário para sustenta-los Sl. 33:18-22; Fp. 3:13; I Co. 9:24-27.

Quando falo em renovo, lembro-me das águias:
As águias chegam a viver 70 anos mas, para chegar a esta idade, aos 40 anos ela tem que tomar uma difícil decisão, pois nesta idade ela está com as unhas compridas e flexíveis, não consegue mais agarrar as presas das quais se alimenta; o bico alongado e pontiagudo se curva; as asas, envelhecidas e pesadas e, em função da grossura das penas, voar já é muito difícil.

Então a águia só tem duas alternativas: morrer ou enfrentar um dolorido processo de renovação que irá durar 150 dias. Esse processo consiste em voar para o alto de uma montanha e se recolher num ninho próximo a um paredão, onde ela não necessita voar. Após encontrar este lugar, a águia começa a bater com o bico em uma parede até conseguir arranca-lo, espera nascer um novo bico, com o qual vai depois arrancar suas unhas. Quando as novas unhas começarem a nascer, ela passa a arrancar as velhas penas e, só após cinco meses, sai para o famoso vôo da renovação, e para viver então mais 30 anos.

Muitas vezes temos que nos resguardar algum tempo e começar um processo de renovação, devemos nos desprender de tudo aquilo que nos impede de avançar. Somente livres do peso do passado, poderemos aproveitar o resultado valioso que uma renovação sempre traz.

sábado, 22 de dezembro de 2007

Ou isto ou aquilo.

Ou se tem chuva e não se tem sol
ou se tem sol e não se tem chuva!


Ou se calça a luva e não se põe o anel,ou se põe o anel e não se calça a luva!

Quem sobe nos ares não fica no chão,quem fica no chão não sobe nos ares.

É uma grande pena que não se possa
estar ao mesmo tempo em dois lugares!

Ou guardo o dinheiro e não compro o doce,
ou compro o doce e gasto o dinheiro.

Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo . . .
e vivo escolhendo o dia inteiro!

Não sei se brinco, não sei se estudo,
se saio correndo ou fico tranqüilo.

Mas não consegui entender ainda
qual é melhor: se é isto ou aquilo.

Este poema de Cecília Meireles ilustra muito bem, questões inconciliáveis como, por exemplo: a Lei e a Graça. Há muitos cristãos que tentam conciliar “a lei” com “a graça” desenvolvendo uma vida cristã confusa e doentia...

Ou vive-se na obrigação de cumprir os dez mandamentos em busca de se tornar uma pessoa melhor e mais aceitável a Deus, mas com um terror na alma por saber que se falhar em um dos mandamentos falhou em todos.

Ou anda-se simplesmente na graça com paz no espírito e alegria na alma por saber que mesmo não merecendo fomos amados de tal maneira que hoje somos aceitos e transformados por Deus e que toda nossa obediência é por amor.

“Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou, e não torneis a colocar-vos debaixo do jugo da servidão... E de novo protesto a todo o homem, que se deixa circuncidar, que está obrigado a guardar toda a lei... Porque em Jesus Cristo nem a circuncisão nem a incircuncisão tem valor algum; mas sim a fé que opera pelo amor.” (Gl 5:1-12)

terça-feira, 27 de novembro de 2007

Liberdade

Em 13 de maio de 1888 o Brasil deu um passo que todo o restante do mundo estava também dando, um passo um pouco tímido na época, mas, um importante passo, foi assinada a lei áurea que abolia a escravidão no Brasil.

Mas, houve alguns escravos para os quais a notícia demorou a chegar, com isso passaram ainda um bom tempo servindo aos seus senhores. Já houve outros que por terem nascidos escravos haviam se acostumado com a vida de escravidão e assim permaneceram escravos.

Porém havia outra escravidão naquela época que já existia antes e que, ainda escraviza muitos homens sejam eles negros ou brancos em pleno século 21. Uma escravidão que não tem lei humana que consiga dar fim, pois os magistrados estão sob o seu domínio, e os “senhores” que lucram com esta escravidão são, o pecado, o diabo e os manipuladores de massa que gostam de subjugar outros.

Mas há quase 2.000 mil anos ouve um ato que aboliu esta escravidão, um ato Divino de amor e graça que dá liberdade a todos os homens. Se você que está lendo e já sabe disto lembre-se, que existem muitos homens que como os escravos do século 18 ainda não souberam da notícia e continuam servindo aos “senhores” que lucram com a escravidão, então corra e dê a notícia acerca do ato de amor que os libertou.

Porém, espero que você não seja como aqueles que estão tão acostumados com a escravidão que ouviram a notícia, mas preferem permanecer escravos ou pior que você não seja os que lucram subjugando os outros.

Aqui termino este texto lembrando de um ditado popular que uma vez me disseram: “todo homem têm um preço”, este ditado até tem um fundo de verdade. Deixa-me te fazer uma pergunta. -Qual é ou foi o seu preço?

Antes de você dizer estar amarado como um bom crente, lembre-se “sabendo que não foi mediante coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que foste comprado mas pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo”. I Pe 1:18-19

O verdadeiro cristão não esta à venda pois o preço da nossa liberdade, foi muito caro.