domingo, 30 de julho de 2017
O grito que alcança gerações
quinta-feira, 20 de julho de 2017
Cresçamos em oração
sexta-feira, 2 de junho de 2017
Precisamos estar com Jesus.
terça-feira, 30 de maio de 2017
O Noivo vem!!!
domingo, 31 de março de 2013
sábado, 23 de março de 2013
Estou desviado...
terça-feira, 19 de março de 2013
O poder do não querer e a fraqueza do não poder
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
Examinai
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Sejamos 1
domingo, 3 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
sábado, 28 de abril de 2012
É bom ter amigos
quinta-feira, 26 de abril de 2012
Obrigado!
Então vamos enfrentar a vida
- Devemos meditar antes de tomar qualquer decisão. (2 Rs. 7:3)
- Temos que ter a visão de que a vida só tende a melhorar (2 Rs. 7:4), “se eu ficar parado nada será resolvido, então vamos enfrentar a vida”.
- Devemos tomar uma decisão. Não sei se é hábito, mas costumamos esperar que Deus decida tudo por nós, queremos que Ele faça as escolhas em nosso lugar... (2 Rs. 7:5)
- ...Quando na verdade, Deus manifesta uma ação simultânea no momento em que decidimos agir. (2 Rs. 7:6-7)
- Quando reconhecemos o favor de Deus em nossas vidas sem nenhum mérito nosso, as suas bênçãos são derramadas sobre nós, então devemos compartilhar, dividir, ajudar os que se encontram em situação semelhante a que estivemos. (2 Rs. 7:8-11,16)
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Ser livre é algo muito sério
sábado, 21 de abril de 2012
quinta-feira, 19 de abril de 2012
Papai chegou!!

Depois de um dia estressante e um transito horrível, chego ao portão de casa sempre silencioso, porém nos últimos seis meses a minha chegada é sempre anunciada pela Sophia, minha filha de dois anos, que fica atenta ao mínimo ruído e assim que tem esperança da minha chegada grita de alegria: - papai chegou, papai chegou, papai chegou êbaaa!!!
Naquele momento o desenho que ela tanto gosta perde a importância, os brinquedos que tanto a divertem perdem a graça, pois toda a atenção dela é dada ao papai e ela passou o dia inteiro ansiosa para revê-lo. Então, depois de toda essa recepção o pai se derrama e dá toda atenção a ela.
Com essa postura da Sophia meditei acerca do nosso relacionamento com o Pai do céu... Hoje em dia estamos interessados mais em receber do que compartilhar, nossas atenções estão voltadas ao que Deus pode nos proporcionar e não no que Ele já fez por nós, estamos preocupados se e quando Ele vai agir em nosso favor, ao invés de simplesmente parar e se alegrar, curtindo a presença do Pai. Pois quando nos alegramos no Senhor, Ele satisfaz os desejos do nosso coração.
“Filho meu dá-me teu coração, e deleitem-se os teus olhos nos meus caminhos.” Pv 23:26 / Sl. 37:4
terça-feira, 17 de abril de 2012
Autoestima ou caráter?

Ultimamente tenho tido o cuidado com o que tenho lido, ouvido e assistido em relação às coisas que dizem ser de Deus já que cada vez mais o foco do assunto tem sido a auto-ajuda, a autoestima. Creio que falar sobre a autoestima não seja errado, pois ela é a opinião e o sentimento que cada pessoa tem por si mesma, é a capacidade de respeitar, acreditar e amar a si mesmo.
Porém a atenção exagerada ao tema tem gerado pessoas narcisistas, soberbas e repulsivas no meio cristão, enquanto a mensagem sobre a transformação de caráter vem sido esquecida.
Caráter é a soma de nossos hábitos, virtudes e vícios. Caráter, em sua definição mais simples, resume-se em índole ou firmeza de vontade, que são os traços morais da personalidade.
Mais do que a autoestima que nos ensina a amarmos a nós mesmos, em Cristo, é o nosso caráter que precisa ser trabalhado, transformado para que possamos amar não somente a Cristo como também ao nosso próximo.
"Nada façais por contenda ou por vanglória, mas por humildade cada um considere os outros superiores a si mesmo." Fp. 2:3, 4:8 / Rm. 12:2
domingo, 15 de abril de 2012
O que nos torna humanos

Henry Nouwen foi um sacerdote católico, de origem holandesa. Ensinou nas Universidades de Harvard e de Yale, escreveu 40 livros, publicados em 20 idiomas, com mais de 20 milhões de cópias vendidas. Mas seu maior legado foi deixado pelo seu trabalho na comunidade Daybreak, nos arredores de Toronto, no Canadá, onde Nouwen desenvolveu suas atividades pastorais por oito anos.
De acordo com seus relatos, a coisa mais importante que Nouwen fazia na Daybreak era cuidar de Adam.
“Adam é um homem de 25 anos de idade”, disse Nouwen, “que não consegue falar, não consegue vestir-se, nem tirar a roupa, não pode andar sozinho, não pode comer sem ajuda. Ele não chora nem ri. Apenas às vezes faz contato com os olhos. As costas são deformadas. Os movimentos dos braços e das pernas são distorcidos. Ele sofre de severa epilepsia e, apesar de pesada medicação, raros dias se passam sem ataques do grande mal. Às vezes, quando fica subitamente rígido, emite um gemido imenso. Em algumas ocasiões já vi uma grande lágrima rolar por sua face. Levo cerca de hora e meia para acordar Adam, dar-lhe medicação, carregá-lo até ao seu banho, lavá-lo, barbeá-lo, escovar seus dentes, levá-lo à cozinha, dar-lhe o café da manhã, colocá-lo na sua cadeira de rodas e levá-lo até ao lugar onde passa a maior parte do dia com exercícios terapêuticos”.
Philip Yancey, jornalista e escritor, conta que jamais esqueceu o dia em que acompanhou a rotina de Nouwen na Daybreak. Seu relato começa com uma confissão corajosa. “Devo admitir que tive uma dúvida passageira quanto a ser aquele o melhor emprego da sua vida”, diz Yancey. “Eu ouvira Henri Nouwen falar e lera muitos dos seus livros. Ele tinha muita coisa a oferecer. Outra pessoa não poderia assumir a tarefa servil de cuidar de Adam?”.
“Quando cautelosamente mencionei o assunto com o próprio Nouwen”, diz Yancey, “ele me informou que eu interpretara de todo erradamente o que estava acontecendo”. Veja como Nouwen encarava seu relacionamento com Adam.
“Não estou desistindo de nada. Sou eu, não o Adam, quem recebe os principais benefícios de nossa amizade. As horas passadas com Adam deram-me uma paz interior tão satisfatória que fez com que a maioria de suas outras tarefas intelectuais parecessem enfadonhas e superficiais por contraste. No começo, quando me assentava com esse homem-criança desamparado, percebia como a busca do sucesso na academia e no ministério cristão era obsessiva e marcada pela rivalidade e pela competição. Adam me ensinou que o que nos torna humanos não está na nossa mente, mas no nosso coração, não é a nossa capacidade de pensar, mas a nossa capacidade de amar“.
Texto extraído do site http://edrenekivitz.com/blog/
















